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Em entrevista, designer cearense Cláudio Quinderé fala sobre processo criativo de suas peças



Adepto de técnicas que deixam as peças de joias impecáveis e os clientes de boca aberta, assim definimos o trabalho de Cláudio Quinderé. Em entrevista ao site opovoonline, o designer de joias cearense fala sobre processo criativo e moda!
Como começa seu processo de inspiração?
Cláudio Quinderé - Às vezes surge do nada, observando o dia a dia. Aparece a ideia e vou pesquisar o que já feito sobre esse tema em joalheria, para não fazer nada parecido.
Qual sua relação com o artista Miró, que inspirou sua coleção com pedras?
Cláudio Quinderé - Sempre quis fazer uma coleção com muitas cores, com cores vivas e diferentes. Acho o trabalho do Miró genial, já conhecia há muito tempo, e sempre me interessei pelas formas das obras dele. Acredito que ele ainda fala muito com a gente, existe um diálogo forte, muito pelo fato das formas serem indefinidas. Eu que já buscava um colorido, através da técnica que é uma marchetaria de pedrinhas, não preciso me limitar às formas de pedras lapidadas. Posso fazer a forma que eu quiser.
Qual estilista você apontaria como destaque no mundo da moda?
Cláudio Quinderé - Admiro muito o trabalho do Lino Villaventura, ele não consegue deixar o tecido impune, ele não só trabalha a forma da roupa, como transforma a matéria-prima.
As tendências de mercado, esses caminhos que os birôs de tendências apontam, influenciam de alguma maneira seu trabalho?
Cláudio Quinderé - Tenho acesso a essas pesquisas, mas a técnica usada em joalheria é mais atemporal do que na roupa, não acredito em joalheria de moda. Tenho um pouco de medo de trabalhar com modismo. Lógico que não ignoro o fato das mulheres estarem usando brincos menores, se é o que está na moda faço mais nesse formato, porque é o que vende mais, mas não sigo nada relacionado a cor ou estilo.
Como você faz sua pesquisa de materiais, como você chegou ao ouro chocolate?
Cláudio Quinderé - Através de experimentos, são 17 anos de trabalho. Sobre o banho de ouro chocolate ouvi falar que na Europa estavam lançando esse banho e fui atrás de saber como era. Desenvolvi aqui também.
Quais os seus planos de extensão de mercado? Tem foco em algum mercado internacional específico?
Cláudio Quinderé - Com a Internet eu não tenho muita ideia de onde vou parar. A ideia inicial é atingir o máximo de lugares possíveis. Agora, por exemplo, mandei peças para o interior de São Paulo, interior de Goiás. O e-commerce dá acesso a muita gente ver e ter as peças. Não faço muitos planos de mercado internacional. Mas já recebi email da Itália, Grécia, Portugal e Estados Unidos.
Qual peça sua mais faz sucesso ainda hoje?
Cláudio Quinderé - A folha. E sempre posso trabalhar com ela de diferentes maneiras, pequena, grande, colorida, sem cor. Gosto do simbolismo de ser o resgate da relação da mulher com a natureza. Mas cada um vê como quer.
Você é presidente da Associação Ceará Design, quais os principais focos de debate da Associação atualmente?
Cláudio Quinderé - A gente se reúne para discutir a posição do design no Estado. Nosso objetivo é debater questões na área de design como acompanhar a movimentação nacional, as políticas públicas, a regulamentação da profissão.


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